A Academia nasce da convicção de que a cultura se renova a partir de ideias bem formadas, de uma tradição pensada criticamente e de uma vida intelectual exigente, aberta ao diálogo com o presente. Num contexto de fragmentação cultural e empobrecimento do discurso público, propõe-se recuperar a profundidade, a beleza e a verdade como critérios orientadores do pensamento e da criação.
A Academia afirma-se como: um espaço de formação filosófica e teológica contínua, com programas anuais e de verão; um laboratório de pensamento, onde se cruzam áreas como filosofia, teologia e artes; um polo de produção cultural, capaz de influenciar o debate académico e o discurso público.